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Sou simples, honesto, sincero, dedicado, carinhoso, compreensível e de muita fé em DEUS. Sou católico, Professor formado em Educação Infantil, pelo curso de formação de docentes do C.E.P.E.M (Colégio Estadual Padre Eduardo Michelis) de Missal - PR, formado em Geografia (licenciatura) pela UNIGUAÇU – FAESI, e Pós - Graduado em Educação Especial e Inclusiva.

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segunda-feira, 16 de julho de 2012

38 questões sobre imigração


1 - “O Brasil é um país bastante povoado e pouco populoso”. Essa frase é correta ou incorreta? Por quê?
     Incorreta. Porque devido a sua grande extensão territorial a frase está invertida.

2 - Explique o que vem ocorrendo nas últimas décadas com os índices de mortalidade no Brasil.
   Como se observa na tabela as taxas de mortalidade vêm diminuindo no Brasil desde os anos 40. O decrés¬cimo nos índices de mortes foi ante¬rior à diminuição das taxas de nasci¬mentos, algo comum em todo o mun¬do.

3 - Explique o que vem ocorrendo nas últimas décadas com as taxas de natalidade no Brasil.
   Como se observa na tabela, também as taxas de natalidade vêm diminuindo no Brasil. Esse declínio nos índices de nascimentos ocorre paralelamente a um processo de urbanização que se intensificou a partir de 1950. As razões desse fato são várias:
   No meio urbano, especialmente nas grandes cidades, as pessoas casam-se mais tarde que no meio rural. É evidente que não há necessidade de casar-se para Ter filhos, mas a regra geral é tê-los após o casamento devido ao encargo econômico que representam, ao preconceito que existe contra mães solteiras, etc.
  Nas cidades, em geral, há um ideal de quantidade de filhos menor que no meio rural. Isso porque os cuidados para criá-los devem ser maiores: há falta de espaço para as crianças brincarem, há necessidade de alguém levá-las à escola, etc. Além disso, no campo é comum os menores de idade ajudarem a família nas tarefas agrícolas, ao passo que na cidade é mais difícil empregar menores de 14 ou 15 anos.
   Nas décadas de 70 e 80 expandiu-se muito no Brasil o uso de anticoncepcionais, em especial nos centros urbanos.
  Outros fatores que devem ter contribuído para essa queda da natalidade são os abortos e a desnutrição.

4 - As taxas de mortalidade (geral e infantil) são basicamente as mesmas para toda a população brasileira ou variam de acordo com as faixas de rendimento? Exemplifique.
   Principalmente, conforme o grupo social: as camadas de mais alta renda, uma minoria da população total, apresentam baixos índices de mortalidade infantil, ao passo que as camadas de rendimento mais baixo têm índices maiores que a média do país.

5 - Com a concentração na distribuição da renda nacional, que ocorreu nas últimas décadas, o que Houve em relação à expectativa de vida nas diversas camadas sociais do Brasil?
   Como a distribuição da renda no Brasil tornou-se cada vez mais concentrada nas últimas décadas, essa diferença foi se agravando, pois as camadas de baixa renda passaram a alimentar-se pior e a sofrer problemas de subnutrição, o que reduziu bastante sua expectativa de vida em relação às camadas de alta renda. E mesmo que tenha ocorrido uma diminuição na percentagem dos que ganham um salário mínimo ou menos, isso não significa necessariamente uma melhoria, pois os preços subiram proporcionalmente mais que o salário mínimo.

6 - O que significa IDH? Como o Brasil ficou dividido ao se pesquisarem os índices de IDH para os diversos estados do país?
  O Programa nas Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) elaborou um índice de avaliação, denominado IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Aplicado ao diversos estados brasileiros, esse índice apontou a existência de três “Brasis”, três regiões com diferentes qualidades de vida.

7 - Explique o que foram as Conferências de Bucareste e do Cairo e as polêmicas demográficas que lá se travaram.
   Foi um dos signatários da Carta de Bucareste, produzida naquela conferência, que registrou posições marcadamente contrárias entre os países do Primeiro Mundo, liderados pelos Estados Unidos, e vários do Terceiro Mundo, juntamente com alguns “socialistas”. Os primeiros propunham um rigoroso controle de natalidade para os países subdesenvolvidos, os quais rejeitaram essa política demográfica e argumentavam que o problema da fome não se devia ao crescimento populacional, mas à exploração dos países subdesenvolvidos.
   Vinte anos depois, em 1994, ocorreu a Conferência sobre População e Desenvolvimento, patrocinada novamente pela ONU na cidade do Cairo (Egito). Desta vez, a participação foi ainda maior – mais de 150 países, incluindo o Brasil, além de representantes de grupos religiosos (católicos, muçulmanos e outros) e de associações não-governamentais. Nesta última conferência, ocorreu o debate mais acirrado, opondo os defensores de uma política de controle de natalidade para os países pobres – representados em especial pelos Estados Unidos e alguns países europeus – e os grupos ou países contrários a qualquer forma de controle dos nascimentos (especialmente o Vaticano e os países islâmicos).

8 - Quais as características da política demográfica brasileira?
   Enfim, desde 1974, o governo brasileiro estabeleceu uma política demográfica que apóia o planejamento familiar, mas organizado pela própria família, e não obrigado por leis. 

9 - Por que o Brasil está deixando de ser um “país jovem”?
  Apesar dessa ligeira alteração nas percentagens das três faixas etárias, o Brasil ainda noa pode ser considerado plenamente como um “país maduro”, pois os brasileiros com 20 a 59 anos de idade não representam ainda mais da metade da população total.

10 - O fato de Ter sido, até pouco tempo, um “país jovem” foi positivo ou negativo para o Brasil? Justifique.
  Por um lado é negativo, pois a grande porcentagem de crianças e adolescentes no total da população exerce um peso econômico muito maior sobre os adultos – teoricamente, a faixa etária que trabalha e sustenta as demais. Por outro lado, seria positivo se houvesse grandes investimentos na educação e saúde dos jovens, preparando-os para o futuro em atividades qualificadas.

11 - Explique por que vem aumentando bastante no Brasil o trabalho dos jovens e das mulheres.
  As razões que impelem a mulher ao trabalho são basicamente as mesmas que determinam o aumento do trabalho para os jovens: complementar a renda familiar ou, em muitos casos, encabeçar a família pelo desemprego ou ausência do homem.

12 - Por que as mulheres, em média, ganham menos que os homens para trabalhos semelhantes?
  Em parte, isso se deve ao aumento da concorrência para cargos onde começa a haver forte penetração feminina, o que possibilita ao empregador optar por quem se disponha a receber menos. Mas o motivo mais importante são os estereótipos sexuais, que estigmatizam a mulher como “inferior” ao homem, com o qual seria incapaz de competir em condições de igualdade.
   Para tentar combater esses estereótipos e lutar pelos direitos e necessidades da mulher, ganhou impulso na década de 1960 o movimento feminista.

13 - Explique o que significa a “dupla jornada de trabalho” da mulher.
  Mesmo quando a mulher trabalho fora do lar, fato que vem aumentando bastante ultimamente, ela continua a exercer boa parte das atividades domésticas, um trabalho dobrado que é denominado “dupla jornada de trabalho”(ou seja, no serviço e em casa). 
  As razões que impelem a mulher ao trabalho são basicamente as mesmas que determinam o aumento do trabalho para os jovens: complementar a renda familiar ou, em muitos casos, encabeçar a família pelo desemprego ou ausência do homem.

14 - O que significa hipertrofia do setor terciário? Isso existe ou não no Brasil? Justifique.
   Nos países subdesenvolvidos, coexistem um setor terciário moderno e um setor terciário arcaico, fruto de intenso crescimento urbano sem a ocorrência simultânea de uma geração de empregos no mesmo ritmo. Isso ocasionou uma série de atividades que são de subemprego, tais como os “guardadores de carro” nas ruas, os “vendedores de semáforos” (que fazem seus pontos nos semáforos”, os diversos tipos de vendedores ambulantes, os camelôs, biscateiros, etc. esse fato, denominado hipertrofia do setor terciário, vem aumentando consideravelmente  no Brasil.

15 - Comente o termo etnocídio.
    O termo etnocídio, por sua vez, refere-se não apenas à destruição física, mas principalmente à destruição da cultura de um povo, ou seja, do seu modo de vida, dos seus hábitos, das suas crenças, da sua língua, da sua tecnologia, dos seus costumes. Isso manifesta-se principalmente no fato de não se aceitar o índio como tal, constrangendo-o a transformar-se em brasileiro, venezuelano, colombiano ou boliviano.

16 - Comente a influência do branco, negro e índio na composição étnica brasileira.
   A influência negra e indígena na composição étnica da população brasileira é, assim, maior que a registrada nesses dados estatísticos. E a presença branca, não como cor da pele, mas exclusivamente como origem européia, não deve, portanto, ser majoritária. Mas isso varia de região para região: no Sul do país, de São Paulo até o Rio Grande do Sul, a população branca de origem européia é de fato predominante; na Amazônia, já se observa uma maioria de descendentes de indígenas, embora resultantes de cruzamentos com brancos ou negros; no Nordeste, especialmente nos centros urbanos próximo ao litoral (com destaque para a Bahia e a Zona da Mata), e em partes do Sudeste (como o Rio de Janeiro e Minas Gerais), a presença negra ou mulata é marcante.

17 - Como ocorre a distribuição dos principais grupos étnicos brasileiros.
   Essa distribuição dos principais grupos étnicos pelo território nacional deve-se às características da formação histórica e do povoamento de cada região. No Nordeste e partes do Sudeste do país – Minas Gerais e Rio de Janeiro - , devido ao intenso povoamento já no período colonial, quando predominava a população escrava de origem africana, registra-se hoje uma forte presença da etnia negra. No Sul do país, incluindo São Paulo, a presença do negro é relativamente menor e há forte influência de imigrantes (italianos, espanhóis, japoneses, alemães, et.), o que se deve ao fato de essa região ter sido efetivamente ocupada e povoada a partir da cultura cafeeira e da imigração, no final do século XIX, quando o tráfico negreiro já havia sido abolido. A Amazônia, por Ter sido a última grande região do país a ser ocupada e povoada – processo que continua em nossos dias -, permaneceu como reduto das nações indígenas, grupo étnico que registra, direta ou indiretamente (pela miscigenação), grande presença na população regional.

18 - Comente os tipos de migrações ocorridas no Brasil?
   No Brasil, são 4 os principais tipos de migrações:
*A imigração, que foi muito importante no período de 1850 até 1934.
*As migrações internas ou inter-regionais, que ocorrem durante toda a nossa história.
*A migração rural-urbana ou êxodo rural, que se acelerou após 1950.
*As migrações pendulares nas grandes cidades, que também vêm aumentando de intensidade desde a década de 1950, acompanhando o aumento da urbanização.
    A migração urbano-urbana, de uma cidade para outra, existe no Brasil e é bastante intensa, pois envolve o deslocamento de milhões de pessoas todo ano.
    A migração rural-rural, de uma área agrícola para outra, também é bastante frequente no Brasil.
   A migração urbano-rural, em que as pessoas deixam a cidade para viver no campo, tem importância numérica pequena no país.

19 - Que motivos leva as pessoas a migrarem?
   As migrações podem ter como origem causas religiosas, psicológicas, sociais, econômicas, políticas e até naturais (secas e terremotos, por exemplo). Embora ocorram de fato todos esses motivos, no capitalismo existe uma causa ou explicação principal: a econômica.

20 - Comente os fatores de aceleração e estagnação das migrações rural-urbana?
   Os fatores de mudança constituem as transformações sofridas no meio rural pela modernização e mecanização da agricultura. Essa modernização dispensa mão-de-obra, já que eleva a produtividade do trabalho pela introdução de máquinas ou técnicas modernas de cultivo
  Os fatores de estagnação constituem a pressão exercida  pelo crescimento demográfico sobre a disponibilidade de áreas cultiváveis, que é limitada tanto pela insuficiência física de terras quanto pela sua monopolização por grandes proprietários

21 - Qual período de maior migração no Brasil e como este fato acontecia?
  E o período de maior imigração, como já vimos, coincidiu com o final da escravidão e o esforço do governo e particulares em trazer força de trabalho para ocupar o lugar do escravo. Dessa forma, desde o final do século passado até princípios deste, o Brasil foi um país de imigração bastante intensa.
A viagem para o Brasil normalmente era paga pelo governo ou proprietários de terras, e o imigrante e família assinavam em seu país de origem um contrato de trabalho.

22 - O que restringiu as entradas de imigrantes no Brasil?
  O sistema de cotas, imposto pela Constituição de 1934 e reafirmado pela de 1937, restringiu sensivelmente a imigração, pois estabeleceu que, a cada ano, não poderiam entrar no país mais de 2% do total de entradas de cada nacionalidade nos últimos 50 anos. Além disso, adotaram-se medidas restritivas, como a seleção doutrinária (idéias políticas) e a exigência de 80 % de agricultores para cada nacionalidade.

23 - Que fatores permitiram que os servos gradativamente mudassem para a cidade
  O aumento da produção agrícola e a especialização dos artesões levaram os servos gradativamente para as cidades, onde protegidos por suas muralhas podiam comercializar seus produtos com segurança.

24 - O que foi a lei da terra de 1850 e como ela contribuiu para a vinda dos imigrantes do Brasil
   Foi uma lei que beneficiava os grandes proprietários, já para os pequenos, esta lei foi desastrosa. Ela não proibia os pequenos lavradores de comprarem suas propriedades, mas dificultavam tanto que, era praticamente impossível realizar essa compra. Ao governo a partir desta data, pertenceriam as terras sem dono e apenas ele poderia vende-las, essas vendas passavam a ser realizadas em praças públicas através de leilões que estipulavam um lance inicial muito alto e deveria ser efetuado com pagamento avista e em dinheiro. Com dinheiro arrecadado nessas vendas, o governo passou a atender as aspirações das elites estimulando a vinda de imigrantes

25 - Relacione 4 motivos pelos quais os brasileiros  migraram de uma região para a outra
  Perseguições políticas que muitos brasileiros sofriam por ocasião da revolução de 1964, condenando-os ao exílio; Causas naturais; Motivos econômicos, as pessoas saindo a procura de sustentos.

26 - Analise as causas e consequências das migrações nordestinas
  Este drama é antigo e chega sempre a comover o país todo que chora pelos brasileiros nordestinos desnutridos, castigados pelo sol e pela fome, peregrinos em sua própria terra com a seca.

27 - Qual era o destino dos candangos e que tipos de vida encontraram ali?
  Os candangos, como eram chamados, trabalhavam duramente durante horas seguidas, dormiam em alojamentos sem conforto, cercados por muito ruído, as maquinas não paravam dia e noite pois, havia pressa em erguer a cidade, a alimentação era pobre para tanto desgaste físico, e em muitos deles, desnutridos e sem resistência acabavam por morrer de doenças ou acidentes de trabalho.
Após isso, arranjaram empregos de baixos salários e moravam em volta da cidade formando as chamadas, cidades satélites, onde fica a população mais pobre, muitas dessas pessoas até voltaram as suas origens, mas, mais pobres do que quando saíram.

28 - O que foi o PIN e como atuou?
  O PIN (Plano de Integração Nacional) visava integrar as regiões mais distintas do país dentro de um projeto de “reforma agraria”, onde o governo distribuía lotes ao longo das rodovias. Esse programa foi um dos responsáveis pela criação da transamazônica.

29 - Por que o sul também se desloca?
   O sul do Brasil foi praticamente colonizado por estrangeiros (italianos, alemães, poloneses dentre outros). Esses iam formando pequenas propriedades que iam passando de pai para filho e serviam de sobrevivência para eles. Como esse processo de herança diminuía os lotes a cada geração, a quantidade de pessoas ia aumentando e para competir com esses lotes tão pequenos, os proprietários entraram nessas regiões com agroindústrias e bancos.

30 - Como foi a colonização do Paraná?
  O estado do Paraná, nas décadas de 1940, 50 e 60, foi um verdadeiro desaguadouro de migrantes da região nordeste, centro oeste (SP, MG) e do sul (RS e SC). Um dos fatores responsáveis por esse processo migratório foi o café que fazia sucesso em SP e começou a se espalhar pelo norte e oeste do Paraná provocando a corrida do café.

31 - Diferencie imigração livre e forçada exemplificando-as.
   Livre: é aquela que as pessoas vêm por livre e espontânea vontade.
Forçada: é aquela que provem de atitudes que obrigam a migração, ex. escravidão, questões de conflitos, exilo, entre outros.

32 - Enumere seis motivos que motivaram a imigração para o Brasil (fatores).
   Expansão do capitalismo e a necessidade de seu fortalecimento.
A necessidade de mão de obra
Rápido crescimento da economia cafeeira em São Paulo
Fatores ideológicos que privilegiaram contingentes.
Mercado de trabalho mais acessível

33 - Por que nem sempre os indicadores populacionais se identificam?
Porque há o fato de que a imigração ilegal e a reemigrarão de retorno em alguns momentos, assumiram proporções razoáveis e tiveram nenhum pouco ou falhos registros.

34 - Comente os três tipos de imigração portuguesa.
Colonizadores
Homens para o trabalho
Famílias pobres

35 - Como foi a política da imigração italiana para são Paulo e qual o destino deste povo.
   A política migratória adotada de modo especial em SP, promoveu a imigração subsidiada de famílias e atraiu principalmente a população de origem agrícola mais empobrecida, uma parte foi colonizada para projetos de colonização no sul e sudeste. A outra parte fixou-se nas fazendas cafeeiras paulistas.

36 - Por que a imigração italiana incentivou a indústria paulista?
  Porque os italianos inseriram-se nas atividades urbanas industriais aumentando esta participação no decorrer do tempo, isso foi facilitado por que os mesmos trouxeram na bagagem grande conhecimento sindical.

37 - Que fatores impulsionaram a imigração japonesa?
   Reestruturação meiji, superpopulação, desemprego e a baixa produtividade agrícola.

38 - Identifique os fatores de repulsão alemã.
   Formavam colônias em prol de suas características étnico culturais.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Plano de aula para 1° ano do ensino médio

UNIGUAÇU – UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DO IGUAÇU LTDA.
FAESI – FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
ISE – INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO
CURSO DE GEOGRAFIA QUINTO PERÍODO
Hidrografia



ANDERSON JOSÉ BENDER
EVERTON VANDO DE ALMEIDA


PLANO DE AULA PARA O 1º ANO DO ENSINO MÉDIO


Trabalho de graduação apresentado à disciplina de Hidrografia da Faculdade de Ensino Superior de São Miguel do Iguaçu, sob orientação da Professora: Danieli C. Cassuli.



SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
2012




PLANO DE AULA PARA O 1º ANO DO ENSINO MÉDIO


1.  Identificação
Colégio Estadual Padre Eduardo Michelis.                                         Missal / PR
Turno: Noturno                           Nível: Médio                                        Turma: 1ª
Disciplina: Geografia
Numero de aulas: 4 aulas                                                     Duração: 180 minutos
Numero de Alunos: 26

2. Objetivos:
2.1 Objetivo Geral
·         Desenvolver as concepções de conhecimentos sobre os oceanos.

2.2 Objetivos específicos
·         Diferenciar os oceanos quanto suas características e grandezas.
·         Diferenciar e analisar os conhecimentos sobre oceanos.
·         Promover uma visão geral sobre os relevos submarinos existentes no oceano.

3. Conteúdo planejado
A formação dos oceanos
O estudo específico dos oceanos e a diferenciação dos mares
A importância dos oceanos
Relevo submarino

4. Desenvolvimento da aula
Iniciar a aula abordando os alunos de modo geral perguntando-lhes quais os seus conhecimentos sobre os oceanos? O que já viram? E o que lembram?
Em seguida serão passados três pequenos vídeos (Acompanhamento de aula A) com duração de 2, 6 e 8 minutos. Estes vídeos apresentarão temas como a formação do planeta terra, oceanos, mares e seus respectivos continentes.
Em seguida será distribuída uma pequena apostila elaborada com conteúdos retirados da internet, que estará abordando textos explicativos sobre a formação dos oceanos, suas diferenciações, características e importâncias. A leitura da apostila (Acompanhamento de aula B) será feita por parágrafos e de momento em momento, serão mostrados fotos (Acompanhamento de aula C) na TV pendrive ou similar que elucidarão os temas abordados.
Ao termino da leitura da apostila, serão formados cinco grupos, estes por sua vez deverão se reunir durante a semana, para pesquisar e colocar as informações em cartazes sobre cada um dos cinco oceanos, antártico, glacial, ártico, atlântico, pacífico e índico caracterizando-os com dados básicos, em outro cartaz deverão desenhar o oceanos escolhido para pesquisar e apontar a localização das Falésias, Plataforma ou planalto continental, Ilhas oceânicas, Talude continental, Planície abissal, Bacia oceânica, Fossas marinhas ou abissais e Dorsal submarina.
A apresentação dos trabalhos será realizada na primeira aula da semana seguinte, neste dia os alunos deverão apresentar e expor os cartazes.

5. Procedimentos metodológicos
·         Aula expositiva e dialogada
·         Apostila para leitura
·         Uso da TV Pendrive ou similar para visualização dos vídeos (Acompanhamento de aula A) e fotos (Acompanhamento de aula C).

6. Recursos didáticos
·         Mapa Mundo
·         Tv com recursos
·         Apostila
·         Quadro branco

7. Avaliação
A avaliação será realizada em três etapas, a primeira delas durante ás aulas, observando a participação e o interesse dos alunos, esta valendo 15 pontos, a segunda na apresentação dos trabalhos valendo 50 pontos e a terceira na montagem dos cartazes expositivos valendo 35 pontos, totalizando uma avaliação de 100 pontos. 

8. Referências

FREITAS, Eduardo de. Oceanos e Mares. Brasil, 2009. Disponível em < http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/oceanos-mares.htm > Acesso em 20 de maio de 2012. Acesso em 19 de maio de 2012.
OCEANÁRIO DE LISBOA. Formação dos oceanos. Portugal, 2012. Disponível em < http://www.oceanario.pt/cms/1253/ > Acesso em 20 de maio de 2012.
NETOPEDIA. Os oceanos. Brasil, 2009. Disponível em < http://netopedia.tripod.com/relevo/oceanos.htm > Acesso em 20 de maio de 2012.
9. Acompanhamentos
9.1 Acompanhamentos de aula A:
Vídeos:
A formação do planeta terra e oceanos, continentes e oceanos e oceanos e mares.

9.2 Acompanhamentos de aula B:
Apostila:
A formação dos oceanos

Oceano primitivo
Após a formação da Terra, há 4600 milhões de anos, enormes quantidades de vapor de água foram libertadas dos vulcões e da superfície do planeta em fogo.
Alguns milhões de anos mais tarde, assim que a temperatura da superfície da Terra baixou, ocorreu a condensação desta vapor. Formou-se, então, toda a água existente atualmente, originando um "Oceano Primitivo".
Este Oceano Primitivo, formado há mais de 4000 milhões de anos, era muito diferente do atual. As águas eram ácidas e a sua temperatura rondava o ponto de ebulição.

Forças da natureza
As forças que o oceano exerceu sobre a costa primitiva ajudaram a moldar o relevo do globo.
Lentamente, entre 4000 e 2000 milhões de anos atrás, o fundo do mar abriu-se em diversas fissuras, permitindo o contato do magma com a água. Moldaram-se os fundos oceânicos e iniciou-se um processo de deslocamento das diferentes placas tectónicas. Embora imperceptível este movimento não cessa e origina catástrofes naturais como terramotos e erupções vulcânicas.

O estudo específico dos oceanos e a diferenciação dos mares
Os oceanos e mares exercem uma grande relevância para a biosfera. Do ponto de vista ambiental contribui na composição e equilíbrio climático, uma vez que os oceanos abrigam seres (fitoplanctons) que são responsáveis pela produção de grande parte do oxigênio do planeta e também por reter calor em períodos maiores que os continentes, denominado de maritimidade.
Partindo da teoria evolucionista, a vida surgiu nos oceanos (primitivos), e atualmente abriga uma gigantesca quantidade de vida marinha.
Do ponto de vista humano (social), os oceanos e mares exerceram e ainda exercem grande importância no que se refere às estratégias militares e comerciais, a exportação, a pesca, o turismo e muitos outros.
Desse modo, países que não dispõe de um litoral permanecem dependentes de outras nações para escoar sua produção destinada à exportação e receber as importações, isso faz parte da realidade de países como Afeganistão, Áustria, Suíça, Paraguai e Bolívia.
A enorme importância dos oceanos e mares é notória, mas qual é o significado de ambos?
Oceanos correspondem a gigantescos volumes de água salgada que se encontram dispersas sobre grande parte da superfície terrestre.
No planeta são identificados cinco oceanos, apesar de todos possuírem ligações uns com os outros, são classificados como: oceano Pacífico, Atlântico, Índico, Glacial Antártico e Glacial Ártico.
Inseridos nesses oceanos estão os mares, essa expressão significa regiões ou partes dos oceanos que se encontram nas proximidades dos continentes, em alguns casos eles se estabelecem no interior dos mesmos.
Os mares não possuem uma homogeneidade quanto à sua composição física no espaço geográfico, dessa forma, os mares são classificados em:
Mares fechados: são aqueles que se encontram nos interiores dos continentes, desse modo, não apresentam uma ligação de maneira direta com os oceanos, como, por exemplo, o mar de Aral e o mar Cáspio.
Mares abertos: estão diretamente ligados aos oceanos que se encontram nas proximidades. Já no caso dos mares interiores existem restritas passagens que possibilitam uma conexão com os oceanos, a ligação ocorre por meio dos estreitos.
O ponto mais profundo do oceano são as Fossas Marianas, localizadas no Oceano Pacífico, próximos às Ilhas Marianas. Elas têm uma máxima profundidade de 11.037 metros. Elas foram totalmente inspecionadas em 1960, pelo batiscafo da Marinha britânica "Chalenger II", que deu seu nome à parte mais profunda da fossa, o "Profundo de Challenger".

A importância dos oceanos
Além de o oceano ser um corpo principal da água salina, e um componente principal da hidrosfera. Os oceanos são importantes para o planeta, neles se originou a vida. Eles são os grandes produtores de oxigênio (as microalgas oceânicas), regulam a temperatura da Terra, interferem na dinâmica atmosférica, caracterizam tipos climáticos.
Além disso, a maior parte da população mundial mora junto ao litoral. O mar é uma importante via de transporte. Sua biodiversidade é equivalente à de ecossistemas terrestres. Além disso, é uma fonte de extração de minerais e destino dos que buscam turismo e lazer.
Aproximadamente 71% da superfície de Terra (uma área de uns 361 milhões de quilômetros quadrados) é coberta pelo oceano, um corpo de água contínuo que geralmente é dividido em diversos oceanos principais e mares menores. Mais do que a metade desta área está sob mais 3.000 metros (9.800 pés) de profundidade.

Os cinco oceanos
Embora sejam interligados, os oceanos não realizam grande troca de água entre eles, isso porque as águas que formam cada um dos oceanos possuem características próprias como temperatura, insolação, salinidade (quantidade de sais dissolvidos) e movimentos (ondas, marés, correntes marítimas).
Dessa forma, os oceanos, ou seja, a imensa massa de água salgada que cobre a Terra, foram divididos em cinco porções: oceano Ártico, oceano Antártico, oceano Atlântico, oceano Pacífico e oceano Índico.
·         Oceano Antártico
Nome que se dá às partes dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico que atingem o continente Antártico, nas proximidades do Círculo Polar Antártico.
·         Oceano glacial Ártico
Designa um conjunto de mares situados na parte norte do globo terrestre. É limitado pelas costas setentrionais (norte) da Europa, Ásia e América e o Círculo Polar Ártico a 65º30' N. Sua extensão é de 14,06 milhões de quilômetros quadrados.
·         Oceano Atlântico
Estende-se do continente antártico, ao sul, até a Groenlândia e o mar da Noruega, ao norte; a oeste limita-se com a América e a leste com a África e a Europa. Possui aproximadamente 90 milhões de quilômetros quadrados.
O oceano Atlântico é considerado o mais importante por ser usado para a navegação e comércio de produtos entre a Europa e a América, principalmente a do Norte.
·         Oceano Pacífico
É o maior dos oceanos, com 175 milhões de quilômetros quadrados. Estende-se da costa ocidental da América até a costa oriental da Ásia e da Austrália. Comunica-se com o oceano glacial Ártico pelo estreito de Bering.
Nos últimos anos, vem aumentando a importância do comércio e transporte pelas águas do Pacífico, pois esse oceano banha as costas do Japão,China, Coréia e Austrália, países que vêm aumentando expressivamente suas exportações e importações, que na maioria das vezes é feito por via marítima.
·         Oceano Índico
Também chamado de mar das Índias, apresenta uma forma de trapézio e sua extensão é de aproximadamente 75 milhões de quilômetros quadrados. Estende-se do paralelo 35º S até 25º N (no sentido norte-sul). O regime de suas correntes é muito particular, ao norte sofre influência das monções e ao sul a influência vem de uma corrente equatorial que se origina no costa africana.
A profundidade média dos oceanos é de 3.870 metros. As maiores profundidades estão nas Fossas das Marianas (11,037 quilômetros); e entre os oceanos, o Pacífico é o mais profundo com médias de 4.282 metros. 87% do fundo oceânico do Pacífico estão a 3.000 metros.
No Atlântico a maior profundidade é de 9.220 metros, nas fossas de Porto Rico e a profundidade média não ultrapassa os 3.600 metros. Por fim, o oceano Índico tem uma profundidade média de 4.000 m e a fossa do Almirante, com 9.000 m é o ponto mais profundo.

Relevo submarino:
Os oceanos, assim como o continente, possuem relevo, ou seja, irregularidades na superfície. O estudo sobre o relevo submarino teve início somente em meados do século XIX, no entanto, a busca com maiores resultados ocorreu apenas após a década de 40, quando existiam tecnologias e técnicas para uma melhor compreensão das informações coletadas.
A partir de diversas pesquisas ficou constatado que no fundo dos oceanos existem várias formas de relevo como as:

ü  Falésias: são formas de relevo litorâneo abruptas, com declividades acentuadas e alturas variadas, origina-se da ação das ondas do mar sobre as rochas.

ü  Plataforma ou planalto continental: são porções submersas dos continentes, com baixo declive, indo do litoral até cerca de 70 quilômetros mar adentro e 200 metros de profundidade. É uma região mais favorável à produção biológica. Corresponde a uma zona de transição entre a massa continental e o fundo dos oceanos, a declividade entre os pontos é modesta.

ü  Ilhas oceânicas: são pequenas extensões de terras emersas que se formam no fundo dos oceanos e se afloram na superfície.

ü  Talude continental: é a zona de declive acentuado entre as planícies abissais e a plataforma continental. Possui alta declividade muito estreita, esse tipo de relevo tem início a 200 metros de profundidade e pode atingir aproximadamente 2.000 metros.

ü  Planície abissal: São grandes planos nas profundezas do oceano, com profundidade média em torno de 4.000 metros.

ü  Bacia oceânica: área sedimentar que se encontra em regiões profundas do oceano com profundidade que oscila entre 2.000 a 5.000 metros e relevo suave.

ü  Fossas marinhas ou abissal: são as áreas mais profundas dos oceanos que podem atingir mais de 8.000 metros, consideradas também as como fraturas tectônicas.

ü  Dorsal submarina: são grandes cadeias de montanhas submersas no oceano, originando-se do afastamento das placas tectônicas. Ao se afastarem, as placas tectônicas fazem com que o magma suba do manto e se solidifique, formando a crosta oceânica.


CURIOSIDADES.
Posição privilegiada
Embora a água esteja presente noutros locais do universo, apenas no nosso planeta existe água nos 3 estados da matéria: sólido, gasoso e líquido.
Bastava a Terra estar 5% mais perto do sol para toda a água se evaporar, dando origem a um efeito de estufa semelhante ao que se observa em Vénus.
Por outro lado, caso estivesse 3% mais afastada do Sol, toda a água congelaria como sucede em Marte.

Oceanos extraterrestres
A Terra é o único planeta conhecido com a água líquida em sua superfície e é certamente o único no nosso próprio sistema solar. No entanto, existe a hipótese da água líquida existir sob a superfície das luas de Galileu Europa e, com menos certeza, Calisto e Ganimedes. Geysers foram encontrados na lua de Saturno Encelado, embora isto pode não envolver corpos de água em estado líquido. Outras luas geladas podem uma vez ter tido oceanos internos que já tenham congelado, tais como Tritão. Os planetas Urano e Netuno podem também possuir grandes oceanos de água líquida sob sua atmosfera espessa, embora a sua estrutura interna não é bem compreendida.
Há atualmente um grande debate sobre se Marte já teve um oceano em seu hemisfério norte, e sobre o que aconteceu com ele; resultados recentes da missão Mars Exploration Rovers indicam que Marte teve água parada por um longo período em pelo menos um local, mas sua extensão não é conhecida.
Os astrônomos acreditam que Vênus teve água em estado líquido e, talvez, oceanos em sua história muito recente. Se eles existiram, todos depois desapareceram devido ao reobrimento de sua superfície.
Há a hipótese de hidrocarbonetos líquidos estarem presente na superfície de Titã, embora lagos possa ser um termo mais preciso. A missão espacial Cassini-Huygens descobriu inicialmente apenas o que parece ser leitos de lagos secos e canais de rios vazios, o que sugere que Titã tinha perdido a superfície de líquidos que possa ter tido. O vôo mais recente da Cassini por Titã oferece imagens de radar que sugerem fortemente lagos de hidrocarbonetos próximo as às regiões polares mais frias. Uma hipótese é que Titã tenha um oceano de água subterrâneo sob o gelo e a mistura de hidrocarbonetos que formam a sua crosta externa.
Além do sistema solar, o planeta Gliese 581 c tem a distância certa de seu sol para permitir água líquida na sua superfície. No entanto, seu efeito estufa poderia torná-lo demasiado quente para os oceanos existirem na superfície. Em Gliese 581 d, o efeito estufa pode trazer temperaturas adequadas para a superfície dos oceanos. Astrônomos polemizam se HD 209458 b tem vapor de água em sua atmosfera. Acredita-se que Gliese 436 b possa ter "gelo quente". Nenhum desses planetas são suficientemente frios para possuírem água líquida, mas se as moléculas de água ali existem, eles são também suscetíveis de serem encontradas em planetas a uma temperatura adequada.[2] Descobriram-se evidências de que o planeta GJ 1214 b, detectado pelo trânsito, tem oceanos feitos de forma exótica de gelo VII, que compõem 75% da massa de todo o planeta.
Em setembro de 2010, foi descoberto o exoplaneta Gliese 581 g, que poderia ter a atmosfera mais parecida com a Terra, podendo existir água em estado líquido em sua superfície, devido à sua distância ao respectivo sol.

Sugestões de pesquisa:


9.3 Acompanhamentos de aula C
Imagens:
Imagens apresentáveis 
  •  Bacia oceânica


  • Dorsal Submarina



  •  Falésias



  • Fossa marinha ou abissal



  • Ilhas oceânicas


 
  • Plataforma continental





sexta-feira, 11 de maio de 2012

Relevo submarino


Os oceanos, assim como o continente, possuem relevo, ou seja, irregularidades na superfície. O estudo sobre o relevo submarino teve início somente em meados do século XIX, no entanto, a busca com maiores resultados ocorreu apenas após a década de 40, quando existiam tecnologias e técnicas para uma melhor compreensão das informações coletadas.

A partir de diversas pesquisas ficou constatado que no fundo dos oceanos existem várias formas de relevo, porém as principais são:

- Planalto continental: corresponde a uma zona de transição entre a massa continental e o fundo dos oceanos, a declividade entre os pontos é modesta, o relevo possui 70 quilômetros e 200 metros de profundidade.

- Ilhas oceânicas: são pequenas extensões de terras emersas que se formam no fundo dos oceanos e se afloram na superfície.

- Talude continental: área de alta declividade muito estreita, esse tipo de relevo tem início a 200 metros de profundidade e pode atingir aproximadamente 2.000 metros.

- Bacia oceânica: área sedimentar que se encontra em regiões profundas do oceano com profundidade que oscila entre 2.000 a 5.000 metros e relevo suave.

- Fossas marinhas: áreas profundas dos oceanos que podem atingir 8.000 metros.

- Cadeias oceânicas: As maiores cadeias de montanhas do mundo estão localizadas no assoalho oceânico.

Mais sobre relevo Submarino

Definições

Dorsais Marinhas: São grandes cadeias montanhosas imersas, de origem tectônica. As mais elevadas podem emergir à superfície, constituindo as ilhas oceânicas.

Taludes: São zonas de encostas entre as bacias oceânicas e a plataforma ocidental.

Bácias Oceânicas: equivale ao leito marinho, tendo em média 4.000 m de profundidade.

Plataforma continental: Planaltos imersos que rodeiam todos os continentes, é a continuação da área continental emersa que atinge uma profundidade de até 200 m. A superfície apresenta-se topograficamente plana e os declives pouco acentuados. A plataforma continental é uma área de grande importancia econômica, pois é favorável para a pesca e para a prospecção do petróleo.

Regiões Abissais: regiões de maior profundidade do oceano. São fossas ou fraturas tectônicas imergidas.

Ilhas costeiras: Situam-se na plataforma continental.

Ilhas Oceânicas: são picos elevado e emersos de grandes cadeias dorsais.

Falésias: são formas de relevo litorâneo de grande declives com alturas variadas. Formam-se a partir da ação das ondas do mar sobre as rochas.

Barreiras: são escarpas de tabuleiros constituídas por rochas sedimentares. São caracterizadas pelas baixas altitudes.


Fontes de pesquisa:







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