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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Brasil - Clima, Hidrografia, Relevo e Vegetação

*Informações básicas para conhecimento de todos.
**Referências no final do texto.

CLIMA BRASILEIRO

Para classificar um clima, devemos considerar a temperatura, a umidade, as massas de ar, a pressão atmosférica, correntes marítimas e ventos, entre muitas outras características. A classificação mais utilizada para os diferentes tipos de clima do Brasil assemelha-se a criada pelo estudioso Arthur Strahler, que se baseia na origem, natureza e movimentação das correntes e massas de ar.

No território brasileiro ocorrem as seguintes massas de ar:

- MASSA EQUATORIAL ATLÂNTICA (mEa): quente e úmida
- MASSA EQUATORIAL CONTINENTAL (mEc): quente e muito úmida
- MASSA TROPICAL ATLÂNTICA (mTa): quente e úmida
- MASSA TROPICAL CONTINENTAL (mTc): quente e seca
- MASSA POLAR ATLÂNTICA (mPa): fria e úmida

- Massa equatorial atlântica (mEa) – Localiza-se na parte litorânea da Amazônia, em certos momentos do ano também se localiza no Nordeste. Tem seu centro de origem no oceano Atlântico. A massa equatorial atlântica é quente e úmida.
- Massa equatorial continental (mEc) –É uma massa quente e úmida. Localiza-se na porção noroeste da Amazônia, fica praticamente todo o ano. É a única continental (que se localiza acima dos continentes) úmida no globo, pois, como regra geral, as massas de ar oceânicas são úmidas e as continentais secas. Sua umidade pode ser explicada principalmente por causa da presença da floresta Amazônica. Tem o centro de origem na parte ocidental da Amazônia
- Massa Tropical atlântica (mTa) – Quente e úmida, originária do oceano Atlântico nas imediações do trópico de Capricórnio ( que passa pela cidade de São Paulo), tem uma enorme influência sobre a parte litorânea do Brasil (do nordeste até o sul).
- Massa tropical continental (mTc) –Originário na depressão do Chaco (parte da Argentina e do Paraguai) abrange uma área de atuação muito limitada. Ela é quente e seca.

- Massa polar atlântica (mPa) – Tem suas origens nas porções do oceano Atlântico próximas a Patagônia (sul da Argentina). É uma massa de ar fria e úmida. Ela se atua mais no inverno, quando penetra no Brasil sob a forma de frente fria, provocando chuvas e declínio da temperatura.

De acordo com essa classificação, os tipos de clima do Brasil são os seguintes:
Clima Subtropical: presente na região sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por verões quentes e úmidos e invernos frios e secos. Chove muito nos meses de novembro à março. O índice pluviométrico anual é de, aproximadamente, 2000 mm. As temperaturas médias ficam em torno de 20º C. Recebe influência, principalmente no inverno, das massas de ar frias vindas da Antártida.
Clima Semi-árido: presente, principalmente, no sertão nordestino, caracteriza-se pela baixa umidade e pouquíssima quantidade de chuvas. As temperaturas são altas durante quase todo o ano.
Clima Equatorial: encontra-se na região da Amazônia. As temperaturas são elevadas durante quase todo o ano. Chuvas em grande quantidade, com índice pluviométrico acima de 2500 mm anuais.
Clima Tropical: temperaturas elevadas (média anual por volta de 20°C), presença de umidade e índice de chuvas de médio a elevado.
Clima Tropical de altitude: ocorre principalmente nas regiões serranas do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Serra da Mantiqueira. As temperatura médias variam de 15 a 21º C. As chuvas de verão são intensas e no inverno sofre a influência das massas de ar frias vindas pela Oceano Atlântico. Pode apresentar geadas no inverno.
Clima Tropical Atlântico (tropical úmido): presente, principalmente, nas regiões litorâneas do Sudeste, apresenta grande influência da umidade vinda do Oceano Atlântico. As temperaturas são elevadas no verão (podendo atingir até 40°C) e amenas no inverno (média de 20º C). Em função da umidade trazida pelo oceano, costuma chover muito nestas áreas.

HIDROGRAFIA BRASILEIRA

A hidrografia do Brasil envolve o conjunto de recursos hídricos do território brasileiro, as bacias hidrográficas, Oceano Atlântico, os rios, lagos, lagoas, arquipélagos, golfos, baías, cataratas, usinas hidrelétricas, barragens, etc. De acordo com os órgãos governamentais, existem no Brasil doze grandes bacias hidrográficas, sendo que sete têm o nome de seus rios principais. Amazonas, Paraná, Tocantins, São Francisco, Parnaíba, Paraguai e Uruguai; as outras são agrupamentos de vários rios, não tendo um rio principal como eixo, por isso são chamadas de bacias agrupadas.

Veja abaixo as doze macro bacias hidrográficas brasileiras:

·         Região hidrográfica do Amazonas
·         Região hidrográfica do Atlântico Nordeste Ocidental
·         Região hidrográfica do Tocantins
·         Região hidrográfica do Paraguai
·         Região hidrográfica do Atlântico Nordeste Oriental
·         Região hidrográfica do Parnaíba
·         Região hidrográfica do São Francisco
·         Região hidrográfica do Atlântico Leste
·         Região hidrográfica do Paraná
·         Região hidrográfica do Atlântico Sudeste
·         Região hidrográfica do Uruguai
·         Região hidrográfica do Atlântico Sul

A Hidrografia brasileira apresenta os seguintes aspectos:
Não possui lagos tectônico, devido à transformação das depressões em bacias sedimentares. No território brasileiro só existem lagos de várzea e lagoas costeiras, como a dos Patos (RS) e a Rodrigo de Freitas (RJ), formadas por restingas.

Com exceção do Amazonas, todos os rios brasileiros possuem regime fluvial. Uma quantidade de água do rio Amazonas é proveniente do derretimento de neve da cordilheira dos Andes, o que caracteriza um regime misto (pluvial e nival).
Todos os rios são exorréicos, ou seja, têm como destino final o oceano.
Só existem rios temporários no Sertão nordestino, que apresenta clima semi-árido. No restante do país, os rios são perenes.
Os rios de planalto predominam em áreas de elevado índice pluviométrico. A existência de desníveis no terreno e o grande volume de água contribuem para a produção de hidroeletricidade
Dentre todas as bacias as principais e de destaque são: Bacia Amazônica, Bacia do Araguaia / Tocantins, Bacia Platina, Bacia do São Francisco e Bacia do Atlântico Sul.


RELEVO BRASILEIRO

O relevo do Brasil tem formação muito antiga e resulta principalmente de atividades internas do planeta Terra e de vários ciclos climáticos. A erosão, por exemplo, foi provocada pela mudança constante de climas úmido, quente, semi-árido e árido. Outros fenômenos da natureza (ventos e chuvas) também contribuíram no processo de erosão.

O relevo brasileiro apresenta-se em:
Planalto: são terrenos elevados, com altitudes em média acima de 300 metros. Esse tipo de relevo pode ser encontrado em diferentes partes do país, sendo caracterizado pela formação de chapadas e de extensas superfícies planas.
Planície: é uma forma de relevo recente, sendo caracterizado por superfícies extremamente planas, com altitudes entre 0 e 100 metros. Essas áreas, em razão da baixa altitude, estão sujeitas a inundações.
Depressão Absoluta - região que fica abaixo do nível do mar.
Depressão Relativa – fica acima do nível do mar. A periférica paulista, por exemplo, é uma depressão relativa.
Montanhas – elevações naturais do relevo, podendo ter várias origens, como falhas ou dobras.


VEGETAÇÃO BRASILEIRA

A vegetação do Brasil envolve o conjunto de formações vegetais distribuídas por todo o território brasileiro. O Brasil possui diferentes tipos de vegetação. Os principais são: a Floresta Amazônica no norte, a Mata dos Cocais no meio-norte, a Mata Atlântica desde o nordeste até o sul, a Mata das Araucárias (Mata dos Pinhais) no sul, a Caatinga no nordeste, o Cerrado no centro, o Complexo do Pantanal no sudoeste, os campos no extremo sul com manchas esparsas em alguns estados do país e a vegetação litorânea desde o Amapá até Rio Grande do Sul.

As características dos tipos de vegetação brasileira

Caatinga: ocupando uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, a Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro. Ela é típica das regiões semiáridas, podendo ser encontrada nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e Minas Gerais. A vegetação é marcada por plantas xerófilas, adaptadas ao clima seco e a pouca disponibilidade de água. A fauna é representada por répteis, roedores, arara-azul, asa-branca, cutia, etc.
Campos: esse tipo de vegetação ocupa áreas descontínuas no país, sendo mais comum na Região Sul, em especial no estado do Rio Grande do Sul. A vegetação dos Campos é formada por herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos.
Pradarias: o domínio das pradarias corresponde ao Pampa, ou Campanha Gaúcha, onde o relevo baixo e ondulado das coxilhas é coberto por vegetação herbácea (campos). A ocupação econômica nesse domínio tem-se efetuado pela pecuária extensiva e pela rizicultura irrigada.
Cerrado: considerado o segundo maior bioma do Brasil, o Cerrado está presente em diferentes estados brasileiros, sendo predominante na Região Centro-Oeste. Entre as características marcantes desse tipo de vegetação estão as árvores com caule tortuosos e o solo com poucos nutrientes. A fauna é representada pelo tamanduá-bandeira, lobo-guará, tatu-bola, veado, entre outras espécies.
Floresta Amazônica: é a maior floresta tropical do mundo, além de apresentar a maior biodiversidade. Ela ocupa cerca de 42% do território nacional, estando presente na Região Norte e nos estados de Mato Grosso e Maranhão, além de outros países da América do Sul. Predominam as espécies de folhas largas, comuns em regiões de clima equatorial, quente e úmido. É muito grande a quantidade de espécies de animais, mas podemos destacar o jacaré, a jiboia, macacos, jabuti, etc.
Manguezal: encontrado em diferentes áreas litorâneas, onde deságuam os rios, esse bioma é caracterizado por ser uma área alagada de fundo lodoso e salobro. Os principais animais dos mangues são o caranguejo e a ostra.
Mata Atlântica: é um dos biomas mais ricos do mundo em espécies da fauna e da flora. Sua vegetação é bem diversificada, apresentando árvores de grande porte com folhas largas. As atividades humanas reduziram drasticamente a área original da Mata Atlântica, que é considerada um dos biomas mais ameaçados do planeta. Um dos poucos exemplos de Mata Atlântica é o parque nacional do Iguaçu no Paraná.
Mata de Araucária: é uma vegetação típica de regiões de clima subtropical. No Brasil, ela pode ser encontrada nos estados da Região Sul e em São Paulo. Sua vegetação é formada por árvores aciculifoliadas, com folhas em forma de agulha. A espécie dominante é a Araucaria angustifolia, nome científico do pinheiro-do-paraná.
Mata de Cocais: ocupando áreas dos estados do Maranhão, Piauí e Tocantins, esse bioma é considerado uma zona de transição entre a Amazônia e o Sertão Nordestino. A vegetação é formada por palmeiras, com predominância do babaçu e da carnaúba, além do buriti e oiticica.
Pantanal: esse bioma é considerado uma das maiores planícies inundáveis do mundo. O Pantanal está presente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de territórios do Paraguai e Bolívia. Abriga mais de 3.500 espécies de plantas e vários animais: jacaré, capivara, tucano, onça, macacos, etc.

Fontes clima


Fontes hidrografia

Fontes relevo

Fontes vegetação



quinta-feira, 29 de maio de 2014

Transtorno do Narcisismo Maligno – Personalidade Perversa (Psicopata)

UNIGUAÇU – UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DO IGUAÇU LTDA.
FAESI – FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA
Classificação das características das principais deficiências



ANDERSON JOSÉ BENDER




TRANSTORNO DO NARCISISMO MALIGNO – PERSONALIDADE PERVERSA (PSICOPATA)



Trabalho apresentado à disciplina de Classificação das características das principais deficiências - da Faculdade de Ensino Superior de São Miguel do Iguaçu, sob orientação do Professor: Professor Tiago Ribeiro.




SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
2014


Obs.: Informações retiradas do site e blog de Ana Maria Cecchini  BRUNI com referências ao final deste resumo.
 


TRANSTORNO DO NARCISISMO MALIGNO –  PERSONALIDADE PERVERSA (PSICOPATA)

O transtorno do narcisismo maligno, é um dos muitos problemas que estão presentes na população mundial, entretanto, quando a situação ainda se encontra em fase de definição, é difícil realizar o seu diagnóstico.
Uma vez que a mesma está diagnosticada, pode-se entende-la como a  falta de sentimentos de culpa, onde o indivíduo não sente vergonha do que faz e portanto, não se arrepende. As pessoas com este transtorno, são muito inteligentes e quando esta inteligência é muito desenvolvida, mais grave é o caso. De acordo com Augusto Zafra “El Trastorno Narcisista de la Personalidad puede considerarse una alteración del carácter que genera discapacidad para la vida personal, afectiva, interrelacional y laboral de la persona que lo padece”, ou seja, “o Transtorno pode ser considerado uma alteração do caráter que gera incapacidade pessoal e afetiva da pessoa
Para especificar melhor este problema, o Psiquiatra Dr. Augusto Zafra descreve as características descritas pelo  Psicanalista Otto Kernberg , onde o mesmo faz um diagnóstico específico caracterizando o problema. Assim, de acordo com ZAFRA, o Narcisismo maligno é caracterizado por:

*Tendencias antisociales más pronunciadas con presencia de actos de crueldad escalofriantes, violencia e incluso de asesinatos con una patología grave del superyó, lo que explica la ausencia de culpa ante las conductas destructivas que es capaz de desplegar.
*Tendencias borderline de gravedad extrema, que se manifiestan con Irascibilidad, impulsividad, mitomanía, baja tolerancia a la frustración, incapacidad de aplazar la gratificación, sentimientos de vacío y pensamientos crónicos de suicidio
*Comportamiento altamente sádico y rasgos paranoides marcados con mecanismos de defensa proyectivos, desconfianza, suspicacia y sensitividad.
*Ausencia de conciencia, culpa y autocritica respecto a su conducta, siendo a veces intensamente agresivos, con tendencia a la ofensa si se les lleva la contraria, desencadenando cólera (cólera narcisista)”.
*Presencia de vínculos inestables sin soportar otra perspectiva de la realidad, sólo la propia, siendo ésta la que rige toda su existência.

Ou seja, esse transtorno apresenta tendências antissociais, presença mais acentuada de atos frios de crueldade, violência e até mesmo assassinato, com patologia superego severo, o que explica a ausência de culpa perante os comportamentos destrutivos que são capazes de se exibir, além disso, este transtorno apresenta: tendências limítrofes de extrema gravidade que se manifestam com irritabilidade, impulsividade, mitomania, baixa tolerância à frustração, incapacidade de adiar a gratificação, sentimentos crônicos de vazio e pensamentos suicidas.
Dentro desta personalidade, os Traços de comportamento e paranoicos altamente sádicos são marcados por mecanismos projetivos da defesa, desconfiança, suspeita e sensibilidade.
A ausência de consciência culpa e autocrítica em relação à sua conduta, faz com que por muitas vezes, esta pessoa seja intensamente agressiva, sendo propenso a lesões provocando a ira (raiva narcisista).
Este indivíduo, portador desta personalidade, também não suporta outra perspectiva de realidade.

DEFINIÇÕES GERAIS COM BASES NOS ESTUDOS LEVANTADOS[1].

De acordo com os estudos levantados, pode-se resumir esta personalidade da seguinte maneira:

Características básicas

Este transtorno apresenta um egocentrismo patológico, autovalorização e arrogância, irresponsabilidade, encanto superficial notável de inteligência e loquacidade, impulsividade e ausência de autocontrole. Além destas características, estes indivíduos possuem grande pobreza de reações afetivas básicas, ausência de manifestação neuróticas, falta de capacidade de aprender com a experiência vivida além da manipulação do outro com recursos enganosos.
A estrutura geral desse transtorno narcisista do psicopata, se resume na auto referência excessiva, grandiosidade, tendência à superioridade, exibicionismo, dependência excessiva da admiração por parte dos outros e superficialidade emocional.

Sintomas básicos

Encanto superficial e manipulação, inverdades sistemáticas e comportamentos fantasiosos, ausência de sentimentos afetuosos, amoralidade, ou seja, não possuem consciência moral e nem noção de ética, são dotados de impulsividade, pois, agem sem pensar, cometendo brutalidades com pessoas próximas a elas.
Os portadores deste transtorno, nunca aceitam benefícios da reeducação, correção ou advertência se tornando perigosos quando pressionados a tal situação.

Situações vivenciadas por um aluno diagnosticado com traços psicopatologia

O aluno apresenta um histórico muito problemático, antes mesmo de ser inserido dentro do sistema educacional (educação infantil e ensino fundamental). Durante o processo de alfabetização e atualmente no ensino fundamental, O aluno apresenta dificuldades de auto-regulação, demonstrando agressividade em situações de conflito, utilizando palavras pouco cordiais para repelir ou afrontar. Quando repreendido, costuma não aceitar as solicitações, tendo dificuldade em cumprir as regras, usando muito de inverdades para justificar seus atos ou relatar as atitudes dos colegas e ainda dos profissionais da escola. Dentro do conteúdo, o aluno não realiza as tarefas, aparentando desanimo e cansaço, porém, sua inteligência e desenvolvida, mas, não a põe em prática, partindo na maioria das vezes para as brincadeiras e outras atividades.
Nos últimos dois anos, foram três ataques contra professores, onde dois se apresentam como mordidas com lesões e o último, golpe efetuado por material pontiagudo (lápis) no antebraço do professor auxiliar.
Os atos descritos aconteceram num momento pós-nervosismo do aluno, onde o mesmo já havia se acalmado, estando em silêncio, e ao sentir a proximidade do profissional de educação reagiu com os atos de violência.

REFERÊNCIAS

BRUNI, Ana Maria Cecchini. Síndrome do Narcisismo Maligno - Personalidade Perversa. Território mulher. Seção histórico. Disponível em: < http://www.territoriomulher.com.br/index.asp?id=423 >. Acesso em: 08 mai.2014.

__________________ Síndrome do Narcisismo Maligno. Blog Psicopatas. Seção postagens. Disponível em: <http://psicopatasss.blogspot.com.br/2009/06/sindrome-do-narciso-maligno.html>. Acesso em 08 mai. 2014.

ZAFRA, Augusto.  El narcisista y el narciso maligno de kernberg. Dr. Augusto Zafra Psiquiatria. Seção Mi blog. Disponível em: <http://www.psiquiatra-valencia.com/mi-blog/el-narcisismo-maligno-de-o-kernberg/>. Acesso em 08 mai. 2014.



[1] Informações retiradas do site e blog de Ana Maria Cecchini  BRUNI com referências ao final deste resumo. 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Resenha do Filme Mr. Holland: Adorável professor


UNIGUAÇU – UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DO IGUAÇU LTDA.
FAESI – FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO.
Classificação das características das principais deficiências





ANDERSON JOSÉ BENDER








RESENHA DO FILME MR. HOLLAND ADORÁVEL PROFESSOR.




Trabalho apresentado à disciplina de Classificação das características das principais deficiências - da Faculdade de Ensino Superior de São Miguel do Iguaçu, sob orientação do Professor: Professor Tiago Ribeiro.






SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
2014





RESENHA CRÍTICA

O filme relata a história de um homem que decidiu seguir a carreira de professor de música, para completar seu currículo.
A princípio, Holland tem a concepção de passar o conhecimento musical aos alunos, porém, teve grandes dificuldades de entendimento perante seus discentes. Desse modo, resolveu mudar a sua metodologia de ensino, fazendo com que os alunos aprendessem a partir de seus gostos musicais, no qual muitos deles responderam que era Rock and Roll. Dessa forma o novo método fez despertar interesse nos alunos sobre a disciplina, já que o trabalho se mostrava mais dinâmico.
Durante o filme, o professor descobre que os alunos possuem grandes habilidades e que será necessário lapidar e desenvolver esse talento, como na cena em que a menina tocava flauta há três anos, mas não dominava muito bem o instrumento, assim, Holland passou a usar um dos seus vários métodos para aflorar o talento da jovem menina.
Quando o professor recebe a informação de montar uma banda marcial e põe em prática a missão, o mesmo descobre que os alunos não obtém sucesso, até que se desperta o interesse de um professor de Educação Física, que se dispõe ajudar Holland em troca de ensinar um ex-aluno, a tocar um instrumento, pois, isso seria fundamental para que tal aluno se mantesse na equipe de luta.  Entretanto, essa “troca” não trouxe a Holland uma maneira fácil e sim, algo complexo e de difícil compreensão, até porque o professor usou de muitas formas, mas, sem sucesso. Já sem esperanças, o professor usou do método de bater com os pés para que o menino adquirisse ritmo do tambor, fazendo com que o menino aprendesse e tocasse na banda marcial.
Entretanto, as “lutas” de Holland não param por aí, pois, ele descobre que seu filho é surdo, não podendo ouvir a música. Porém, sua experiência adquirida fez com que o mesmo levasse seu filho na turma, para que este fosse vendo uma apresentação musical, dedicada a seu filho.
A “luta” do professor continua, porém as decepções o perseguiam e, acaba sendo anunciado que por questões financeiras, a escola deveria demiti-lo. Os alunos ficaram revoltados, organizam então uma festa onde montam uma orquestra,  realizando o grande sonho do professor.

CONCLUSÕES DO FILME

O filme nos passa uma mensagem, onde se tem a relação professor aluno e pai e filho, incluído tudo em uma só pessoa.
O que se pode refletir sobre o filme, é que a diferença foi feita e os métodos utilizados pelo professor foram fundamentais, fazendo com que o aluno aprendesse de uma maneira diferente, motivando-o, desenvolvendo nele, os talentos que um possuía, assim como em todos os alunos que passaram pelos ensinamentos de Holland.
Entretanto para esse professor chegar ao reconhecimento de seu trabalho, foi necessária muita persistência, enfrentando os conflitos pedagógicos da instituição e as barreiras que se formaram ao seu redor como os medos, a insegurança e os contratempos.
 Tudo isso, só foi possível, pois o amor do educador falou mais alto e a necessidade de não se excluir uma pessoa com necessidade especial para que esta pudesse se sentir inclusa, o comoveu e acabou promovendo o reconhecimento, principalmente de seus alunos.



ADORÁVEL PROFESSOR (MR. HOLLAND). Opus; Gênero: Drama; Duração: 140 min.; Ano de lançamento (EUA): 1995; Distribuição: Buena Vista Picture; Direção: Stephen Herek.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Trabalho de pós-graduação: Valores, e código de ética dos Recursos Humanos

UNIGUAÇU – UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DO IGUAÇU LTDA.
FAESI – FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO.
Ética social e comportamento ético profissional e no trabalho




ANDERSON JOSÉ BENDER
KELI DAGOSTIN
VANESSA DE SOUZA





VALORES E CÓDIGO DE ÉTICA DOS RECURSOS HUMANOS





Trabalho apresentado à disciplina de ética social e comportamento ético profissional e no trabalho da Faculdade de Ensino Superior de São Miguel do Iguaçu, sob orientação da Professora: Esp. Ana Paula Cossmann.






SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
2014




OBS: Notas de rodapé ao final do trabalho


1 VALORES CONCEITOS E DEFINIÇÕES

            Etimologicamente a palavra “valor” provem do latim valare que tem como significado valor custo. Entretanto, quando se fala em valores muitas definições passam em nossa mente, pois, muitos são os valores oferecidos pela sociedade tanto os valores materiais, como: valores éticos, valores morais, valores culturais entre outros. Ainda dentro do senso comum, a palavra valor pode significar merecimento, talento, reputação, coragem e valentia.
Segundo Faccin (2014) os valores são “um conjunto de características de uma determinada pessoa ou organização, que determinam a forma como a pessoa ou organização se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente”.
Todos nós, somos dotados de valores, independentemente de quais forem. Todos os dias de nossa vida, estamos tomando decisões que tem por objetivo saciar algo direcionado a nós, ou seja, é através dos valores que conseguimos diferenciar as pessoas, conhecendo o seu caráter, suas atitudes, como pensam, enfim, os valores descrevem a alma da pessoa e isso já vem sendo descrito desde o antigo testamento bíblico onde, Provérbios (23:7) descrevem que “Como o homem imagina em sua alma, assim ele é”.
A passagem bíblica é fundamental para entendermos e chegarmos a um senso comum de que agimos e nos personalizamos de acordo com o que acreditamos, sendo assim, é possível mudar superficialmente os nossos valores. Segundo Fendel (2012)[1] “os valores éticos são baseados no senso comum, a respeito do que é a conduta aceitável, são normas de conduta originada na maneira pela qual eu desejo que os outros me vejam ou me tratem”.
Analisando a fundo essa reflexão, fica claro que tudo o que eu desejar e escolher, estará relacionado ao meu bem estar, pois, é isso que define a minha identidade pessoal. Os valores que se adquirem desde o nascimento estão nos moldando a todo instante, ou seja, nós assimilamos a nossa estrutura. Fendel (2012) expressa isso ao dizer que “a expressão da minha vida é exatamente a mesma da minha estrutura de valores bem assimilados”.
Ainda dentro dessa reflexão sobre os valores, Fendel (2012) nos diz que “se desejo que a outra pessoa se comporte de certa maneira, estou presa a um sistema de valores”. Sendo assim, vale ressaltar que, se quisermos mudar o comportamento de uma pessoa, iremos encontrar várias barreiras ao seu redor, isso porque, este indivíduo está preso a uma cultura de valores que se estende desde os princípios da sua vida. Por mais que este indivíduo viva dentro de outras culturas convivendo com os mais diversos costumes, seus valores de origem serão mantidos em algum lugar do seu ego.
Moser (2000) aponta várias dificuldades na transmissão dos valores “a primeira refere-se à conceituação; a segunda à sua inevitável evolução; a terceira à sua transmissão”. Cada uma das dificuldades apontadas pelo autor é vista quase que diariamente, pois, “desaparece o senso comum, e consequentemente o que vem aceito como sendo de bom senso”. Essa troca de senso comum por bom senso vem afetando e muito os valores tanto na hora de conceituar os mesmos bem como no momento em que se necessita evoluir para compreendê-los e, quando se chega à transmissão dos valores, encontra-se uma das maiores dificuldades em decorrência do bom senso transmitido muito pela mídia, ou seja, se atêm ao que a mídia diz, pois, é mais fácil e, portanto, não se busca aprofundar o conhecimento e nem buscar um tempo para isso. Sendo assim, usa-se o bom senso em favor da praticidade chegando a um denominador comum, concluído que: o que a mídia “diz” deve estar “correto”.
Dentro desta dificuldade em se transmitir valores, chega-se às instituições de ensino, onde, o professor já não é mais visto como o personagem principal de uma sala de aula. Devido a grande abrangência da mídia, grande parte dos que compõem o ambiente estudantil, se consideram “sábios” e acham que “aprendem” através da mídia e que a mesma os deixa de certa forma “inteligentes” e “superiores” como aponta Moser (2000) “Afinal todos viram alguma coisa sobre qualquer assunto na TV. Ou deparou-se com o assunto na internet. Sem nenhuma sombra de exagero, devemos assinalar como uma das características do momento que vivemos como sendo a superficialidade”.
Quando se tenta implantar um valor em um indivíduo passando por cima da praticidade e do bom senso imposto pela sociedade, causam-se muitas vezes conflitos internos gerando um sentimento de culpa e remorso, expressando muitas a raiva e o desconforto do lugar ou até mesmo, da pessoa que impôs esse valor. Dessa maneira é necessário que se assimile bem os valores pessoais.

Para tal, preciso estar com os meus valores pessoais muito bem assimilados, se não eles são apenas valores impostos, situacionais e obrigatórios. Quando um valor é obrigatório ou não assimilado por mim ele causa conflito interno, gera culpa e desconforto, eu crio uma divisão dentro de mim. Por exemplo: o valor pela verdade; eu não gosto que as pessoas mintam para mim, mas eu só falo a verdade quando me convém, dependendo da situação que eu me encontro! Porém a algo dentro de mim que sabe que eu estou mentindo, este algo me perturba, me gera culpa e conflito interno, portanto neste caso estou dividido – Conhecedor (que sabe que deve falar a verdade) e o Agente (que age conforme a situação). (FENDEL, 2012, s/p).

Partindo desse pressuposto, podemos observar como os valores agem dentro do sentimento humano. Por mais que se busque usar artimanhas para saciar o nosso ego buscando o bem estar, temos dentro da nossa consciência algo errado ou culposo, temos o remorso e a culpa de ter realizado tal feito. Nesse momento temos o valor ético emocional falando dentro de nós e, por menor que seja ele se encontra lá agindo a todo instante.
Seguindo essa visão, é evidente a grande relação da ética com os valores, ou seja, os valores são a base fundamental para a construção da ética. Quando a ética não estiver sendo praticada, é sinal de que os valores foram deixados em segundo plano, ou até mesmo, esquecidos.

 [...] Por isto mesmo, se afirmamos que a Ética encontra-se em crise, deveríamos logo prosseguir dizendo: porque estão sendo perdidos alguns valores fundamentais para a sobrevivência dos seres humanos como humanos; porque uma geração não consegue transmitir seus valores para a outra. Ou então, ao menos deveremos admitir que a crise ética traduz uma certa insegurança que emerge primordialmente do fato de não se estar articulando de modo devido o "ser", e o "vir-a-ser", ou seja, aquilo que deve permanecer e aquilo que deve transformar-se. ( MOSER, 2000, s/p)[2]

Observando toda essa contextualização de valores, fica evidente que tudo se interliga. Os valores conduzem à ética, esta por sua vez, se relaciona a uma rede que a envolve dando sequência a moral e aos costumes.
É importante lembrar, que cada nação possui seus próprios valores, e para tanto estes devem ser respeitados por mais bizarros que possam ser, pois, isso é a interligação de costumes e tradições. O que para esses povos é normal, para outros pode parecer bizarro, mas, é a forma como tal sociedade foi civilizada e educada aos seus próprios valores e costumes. Segundo (Yousafzai[3] 2013 apud Pais 2014) “a mulher oriental não pode usar calças, não pode ouvir música, não pode conduzir, não pode expressar suas ideias. Já a mulher ocidental, pode usar calças e saias, pode ouvir música e ter o seu próprio Ipod, pode conduzir e ter seu próprio carro, pode participar de manifestações e expressar suas ideias etc”.

2 CÓDIGO DE ÉTICA DOS RECURSOS HUMANOS.

Atualmente o mundo está vivendo grandes mudanças, tanto economicamente quanto psicologicamente, e de modo que nos leva a resgatar as regras de comportamento humano principalmente dentro de uma organização, sendo então propostas pelo código de ética. Mais afinal, o que é ética?

A ética é tratada como a ciência das condutas humanas, objetivando enfim comprometer-se em possibilitar ao homem a garantia da felicidade através de uma vida regida por virtudes morais e éticas. Pois, a razão deve direcionar o cotidiano, e com isso dominar os vícios e criar bons hábitos, e a mediana entre as atitudes, as condutas e as decisões, é o mais importante para estabelecer o equilíbrio e proporcionar o bem, assim como o desenvolvimento harmonioso do ser em seu meio. (ARISTOTELES apud ARRUDA, RAMOS e WHITAKER 2003, p. 64).

Os primeiros estudos sobre ética partiram de filósofos da cultura ocidental na Grécia antiga, com pensadores como Sócrates.
Ética vem do grego ethos que significa modo de ser ou caráter. Para eles, o ethos representava o lugar que abrigava os indivíduos-cidadãos, aqueles responsáveis pelos destinos da pólis (cidade).
Para gerenciar as organizações, foi então criado o Código de Ética, onde cada empresa formula o seu.
Para Arruda, Ramos e Whitaker (2003, p. 64) o código de ética “é a declaração formal das expectativas da empresa à conduta de seus executivos e demais funcionários”.
O Código de ética é um instrumento que busca a realização dos princípios, visão e missão da empresa. Serve para orientar as ações de seus colaboradores e explicitar a postura social da empresa em face dos diferentes públicos com os quais interage. Para definir sua ética, sua forma de atuar no mercado, cada empresa precisa saber o que deseja fazer e o que espera de cada um dos funcionários.
As empresas, assim como as pessoas têm características próprias e singulares. Por essa razão os códigos de ética devem ser concebidos por cada empresa que deseja dispor desse instrumento. Códigos de ética de outras empresas podem servir de referência, mas não servem para expressar a vontade e a cultura da empresa que pretende implantá-lo.

2.1 CÓDIGO DE ÉTICA DO GESTOR DE RECURSOS HUMANOS[4]

O código de ética tem como objetivo destinar ao Gestor de Recursos Humanos, os princípios que formam a consciência profissional e a conduta do mesmo respeitando as normas a serem cumpridas, prestigiando o bem material, social e humano da instituição, valorizando o trabalho em equipe e aprimorando os consequentes valores. Assim como, princípios que orientam a conduta dos nossos negócios e relacionamentos, e que devem estar presentes na prática diária de nossas atividades.
Tais princípios aplicam-se a todos os colaboradores, inclusive aos prestadores de serviços, estendendo-se também aos fornecedores.

2.1.1  Dos princípios fundamentais.

ü  1º O Gestor de Recursos Humanos tem a responsabilidade de controlar e impor deveres indelegáveis com compromisso moral com o indivíduo (cliente interno, organização e a sociedade) e com seus recursos humanos.
ü  2 º Preservar em sua conduta a honra, a nobreza e a dignidade da profissão, zelando pelo caráter de essencialidade e de indispensabilidade.

2.1.2 Do Perfil do gestor de Recursos Humano.

ü  3º Ter interesse por pessoas e pelas condições de vida no trabalho.
ü  4º Ser um estrategista responsável pela integração entre funcionário e empresa.
ü  5º Analisa e executa atividades relativas a recrutamento, seleção, treinamento, contatos com a agencia de empresa, recebimento de currículo, analise e entrevistas de mão-de-obra para a empresa.
ü  6º O Gestor de Recursos Humanos comporta-se de forma ativa em face dos problemas, habilidade para contribuir no reconhecimento e nas decisões estratégicas, ser motivador, criativo, dinâmico, autoconfiante e desenvolvedor de talentos.
ü  7º Presta assessoria e orientação à empresa quanto a empréstimos, cheque refeição, vale transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida, dentre outros assuntos.
ü  8º Auxilia os empregados a respeito de seus direitos previdenciários e mantém a relação sindical.
ü  9º Não compactuar com nenhum tipo de violação deliberada aos direitos humanos, ao direito constitucional e direito do trabalho.
ü  10º Buscar o bom convívio entre funcionários e empregados, assim trabalhando métodos de bom convívio entre todos os departamentos.
ü  11º Jamais transigir quanto a possíveis práticas de descriminação de qualquer natureza assim como em relação às minorias sociais.
ü  12º Exercer sua profissão com honestidade, independência, lealdade na sua dignidade e boa fé.
ü  13º Estar comprometido com políticas de Recursos Humanos voltadas para justiça, transparência iguais de trabalho a todos aqueles que integram a companhia.

2.1.3 Das relações com a empresa e entre os profissionais.

ü  14º Cumprir fiel e integralmente as obrigações e compromissos assumidos mediante contratos ou outros instrumentos relativos ao exercício profissional.
ü  15º Não ser conivente com erros, faltas éticas, crimes ou contravenções penais praticadas por outras na prestação de serviços profissionais.
ü  16º É vedado aos profissionais:
·         Não usar de má fé com seus companheiros de trabalho, seus clientes e fornecedores.
·         Não infligir à ética moral da empresa.
·         Nunca usar da amizade para se beneficiar futuramente.

2.1.4 Dos direitos.

ü  17º Exercer a profissão independentemente de questões religiosas, raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, condição social ou de qualquer natureza, inclusive administrativas.
ü  18º Apontar falhas nos regulamentos e normas das instituições, quando as julgar indignas do exercício profissional ou prejudicial ao empregador, devendo nesse caso, orientá-lo para corrigir as falhas para evitar penalidades dos órgãos competentes.
ü  19º Fazer parte das Entidades de Classe, tais como Sindicatos, Associações e Confederações.
ü  .20º Exigir justa remuneração por seu trabalho. O qual corresponderá às responsabilidades assumidas a seu tempo de serviço dedicado, sendo-lhe livre firmar acordos sobre salários, valendo, no entanto pelo seu justo valor.

2.1.5 Do sigilo profissional

ü  22º O Sigilo é fundamental a qualquer profissão, mantém o respeito, confiança e dignidade. 
ü  23º Observar suas obrigações, evitar e reprimir negócios escusos, manter a equidade e lealdade em todo seu relacionamento.
ü  24º O Gestor de Recursos Humanos deve manter sigilo do processo de recrutamento e seleção, pois o candidato sendo estimulado nos fala muita coisa que é de sua intimidade e não vai influenciar na atividade a ser desenvolvida na organização. 

2.1.6  Das proibições.

ü  25º Não permitir em nenhuma hipótese a exploração do trabalho infantil e reservando-se o direito de denunciar as organizações ou entidades que adotem essa prática.
ü  26º Não permitir nos processos ou em quaisquer outros fatores relativos ao desempenho profissional, qualquer forma de discriminação relativa 'a raça, gênero, orientação sexual, cor, religião, idade, origem étnica, incapacidade física ou mental e/ou qualquer outra classificação protegida por leis federais, estaduais ou municipais.
ü  27º Não admitir qualquer conduta que possa criar um ambiente hostil, intimidador e ofensivo.
ü  28º Não admitir que os colaboradores obtenham qualquer benefício pessoal decorrente do privilégio de informações ou vantagem obtida em situação de trabalho.
ü  29º Deixar de pagar, regularmente as anuidades e contribuições devidas ao CRRH (Conselho Regional de Rh) a que esteja obrigado.
ü  30º Deturpar intencionalmente a interpretação do conteúdo explícito ou implícito em documentos, obras doutrinárias, leis, acordos e outros instrumentos de apoio técnico do exercício da profissão, com intuito de iludir a boa fé de outros.

2.1.7 Das penalidades dos infratores

ü  31º O não cumprimento deste código, segundo a gravidade terá as seguintes penalidades:
·         Advertência confidencial, em aviso reservado.
·         Suspensão do registro profissional para o prazo de até 1(um) ano que caberá ao conselho a recolher a carteira de identidade profissional do infrator.
As penalidades serão anotadas na carteira de identidade profissional e no cadastro do Conselho Regional, sendo comunicado ao Conselho Federal.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Dentro do mundo globalizado em que vivemos, temos uma série de fatores que envolvem a humanidade. Para cada lugar que se busca frequentar, existe uma regra e uma norma a ser seguida. Tudo está ligado aos valores humanos, que, surgem dos costumes e tradições. Cada nação é educada de maneira diferente, por tanto, possui costumes e tradições opostas que devem ser respeitadas. Esses valores culturais, podem até sofrerem críticas, mas, nunca influências diretas, pois irão ferir toda a uma estrutura de raízes culturais que ali foram “plantadas”.
Quando se fala em inserir ou mudar valores, refere-se aos valores internos, ou seja, dentro de uma mesma sociedade, mas, essa mudança, tem um caminho árduo a ser seguido, caminho este que chega muitas vezes ao fracasso. Então muitos se perguntam: quem é o culpado? Diversas respostas surgem, pois, o mundo é dotado de senso comum. Entretanto, uma resposta é certa. A metamorfose que acontece no do dia a dia, é uma das responsáveis por todo esse cenário. Vale lembrar que esse caminho repleto de obstáculos que traz pontos positivos e negativos. Ao observarmos os pontos negativos, temos a “superioridade” da juventude, achando que “sabe tudo”, denegrindo a própria imagem e pondo em risco o próprio futuro.  Por outro lado, temos o progresso, a evolução e o conhecimento dos que realmente sabem o que querem, entretanto, essa vantagem dos pontos positivos requerem normas e regras para poder funcionar com perfeição. Uma dessas regras é o código de ética que obriga a igualdade dos Gestores de Recursos Humanos.
Os Gestores deverão ser éticos com seus funcionários, ser responsáveis por ações passadas pelo cumprimento de leis e normas.
A ética gera credibilidade e confiabilidade, alicerces de bons negócios e bons relacionamentos profissionais ou individuais, para enfrentar os desafios de mercado que estão cada vez mais competitivos. De horizontes incertos e de comportamento dinâmico faz-se necessário pensar e agir estrategicamente com muita ética e responsabilidade, com atenção no dia-a-dia e foco nas tendências, perspectivas, possibilidades e hipóteses de negócios que o futuro pode nos apresentar. 
4 REFERÊNCIAS

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Pietro Nassetti (trad.). Martin Claret, SP, 2007.
ARRUDA, Maria Cecilia Coutinho de, RAMOS, Jose Maria Rodriguez e WHITAKER, Maria do Carmo. Fundamentos de Ética Empresarial e Econômica. São Paulo: Atlas, 2003. p.64.

Estácio. Código de ética do gestor de recursos humanos. FAGU/GO. Net, Brasil. Seção gestão . Disponível em: < http://www.fago.edu.br/gestao_rh/codetica.asp >. Acesso em: 11 mar. 2014.

FACCIN, Marcia. Folha do nordeste. Net, Brasil, fev. 2014. Seção construindo valores. Disponível em: < http://www.folhadonoroeste.com.br/site/colunistas/marcia-faccin/6/364 >. Acesso em: 10 mar. 2014.

FENDEL, Karolina. Valores e princípios éticos. Net, Brasil, 2012. Seção ética e valores. Disponível em: < http://zonamenosum.wordpress.com/comecando-de-dentro-para-fora/valores-e-principios-eticos/#respond >. Acesso em: 05 mar. 2014. 

MOSER, Frei Antônio. Ética valores e educação. Net, Brasil, 2000. Seção artigos. Disponível em: < http://www.antoniomoser.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=61:etica-valores-e-educacao&catid=34:artigos&Itemid=41 >. Acesso em: 05 mar. 2014.

PAIS, Sara Fernandes. Prezi. Net, Brasil, 2014. Seção explorar - Malala Yousafzai. Disponível em: < http://prezi.com/dv9ldruocway/malala-yousafzai/ >. Acesso em: 10 mar. 2014.

PEQUENO, Marconi. Ética, educação e cidadania. Dhnet.org. Net, Brasil sem/ano. Seção dados – cursos. Disponível em: Disponível em < http://www.dhnet.org.br/dados/cursos/edh/redh/01/04_marconi_pequeno_etica_educacao_cidadania.pdf >. Acesso em: Acesso dia 9 mar. 2014.



[1] Autora inspirada na obra de Swami Dayananda, S.Valor dos Valores. Rio de Janeiro. Vidya-Mandir. 2001.
[2]  Citação sem informação de página devido à publicação estar em site próprio do autor com arquivos não paginados.
[3] Malala Yousafzai Nasceu em Swat, Paquistão; é conhecida pelo seu ativismo em favor dos Direitos Civis das mulheres no vale do rio Swat.
Aos 13 anos, alcançou notoriedade ao escrever um blog para a BBC chamado de "Gul Makai";
Em 9 de outubro de 2012 foi baleada no crânio quando ia a caminho de casa e teve de ser operada urgentemente.
A 15 de outubro de 2012, foi transferida para o hospital Queen Elizabeth, em Birmingham; Malala deixou o hospital em 4/1 de 2013.
Em 12 de julho de 2013, Malala comemorou o seu 16º aniversário discursando na Organização das Nações Unidas em Nova Iorque. 
Em 3 de setembro de 2013, Malala inaugurou em Birmingham a maior biblioteca pública da Europa.
Fonte: http://prezi.com/dv9ldruocway/malala-yousafzai/
[4] Informações retiradas do site:  copyright © Faculdade Estácio de Sá de Goiás – FESGO Tel.: (62) 3601-4900 E-mail: estacio@go.estacio.br – pelo link http://www.fago.edu.br/gestao_rh/codetica.asp

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